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domingo, 8 de julho de 2012
Entrevista na rádio Boa Nova com Jether Jacomini Filho
Assuntos abordados: vida extraterrestre; o livro "A Irmandade Cósmica nos Caminhos da Luz"; Ashtar Sheran, evolução da humanidade terrena, etc.
Acesse, clique aqui
http://www.radioboanova.com.br/novo/offlineplay.php?PROCODIGO=41&OFFDATA=060112&OFFPARTE=1&PRGCODIGO=23
sábado, 7 de julho de 2012
Poema: PARA AQUELE QUE É
A “realidade da ilusão” a tudo engloba, mesmo os quadrantes mais longínquos da obra da criação universal, desde o início dos tempos.
No segredo está contido a chave para o início de tudo, o começo daquilo que é, do eterno e da Verdade. Verdade que está para além das barreiras fronteiriças desta bolha de realidade existencial.
Abrem-se os portões, trancados há muito tempo, para que se posso vislumbrar o que existe para além das grossas muralhas da bolha.
Nunca vi muralhas tão grandes, rígidas e espessas. Mas também nunca vi muralhas tão facilmente permeáveis e transponíveis.
Nunca vi fronteiras ao mesmo tempo tão reais e ilusórias para aqueles que se encontram do lado de cá.
Nunca vi sentinela tão magnífica e tão frágil como a que do lado de dentro se encontra protegendo as saídas
Nunca vi força maior e potenciais tão surpreendentes! Mas também nunca vi cegueira que escurecesse tanto a capacidade de perceber a Vida!
Nunca vi coragem tão imponente e ao mesmo tempo tão cheia de medos!
Nunca vi carinho tão admirável e ao mesmo tempo disciplina tão rígida! Nunca vi amor mais incompreensível e ao mesmo tempo tão óbvio!
Nunca vi um Pai tão presente e simultaneamente posicionado tão distante!
Nunca vi cuidados tão intensos e respeitosos! Mas também nunca vi decisões que surgem tão facilmente a favor da destruição! Eu nunca vi controle tão imponente e ao mesmo tempo inexistente!
Nunca vi matéria tão real, tão densa e tão pesada, mas que ao mesmo tempo “se mostra” tão sutil e mentirosa! Nunca vi união tão intrínseca e desunião tão evidente convivendo tão próximas.
Nunca vi dependência tão grande e simultaneamente sem a vontade de existir! Nunca vi vontades tão soberanas juntamente com vontades tão ilógicas!
Nunca vi um Criador tão criatura e criaturas tão criadoras! Nunca vi infinitude tão extensa coexistindo com uma finitude tão evidente.
Nunca vi valores tão altos e apreciáveis! Mas também nunca vi os mesmos não tendo o menor valor!
Nunca vi necessidade que se mostra tão à vista, mas que ao mesmo tempo se expressa como sem necessidade! Nunca vi carência maior que esta que se diz não precisar de nada!
Nunca vi paternidade tão humana convivendo no mesmo terreno com humanidade tão divinamente paterna!
Nunca vi um contato tão difícil que se estabelece assim, tão facilmente!
Eu nunca vi mente tão viva que sobrevive assim, sem a sua Vida!
Nunca vi nada tão igualmente parecido, mas que, ao mesmo tempo, parece tão diferente!
Nunca vi luz tão brilhante! Mas também nunca vi tamanha ausência da Luz!
Nunca vi algo tão cheio de amor necessitando tanto de amor!
Nunca vi alguém com idade tão avançada se comportando dessa maneira, com tamanha infantilidade!
Nunca vi perfeição assim, sendo tão imperfeita!
Nunca vi uma fonte tão abundante, mas que, ao mesmo tempo, é tão seca!
Nunca vi alguém com tamanha representação! No entanto nunca vi também alguém sendo representado desse jeito, por aqueles que não o representam diretamente!
Nunca vi fraternidade tão unida que se desune por tão grande fraternidade!
Nunca vi sacrifícios tão dolorosos coabitando com prazeres tão divinos!
Nunca vi silêncio tão sonoro! Mas também nunca vi sOm tão silencioso!
Nunca vi alguém assim, tão incomodado com quem por amor por ele agiu!
Nunca vi tamanha inteligência! Mas também nunca vi inteligência abraçada com tamanha ignorância!
Nunca vi uma criação de padrões tão dependentes que, por fim, ficou tão dependente dos padrões criados!
Nunca vi estratégia tão bem elaborada! Mas também nunca vi uma estratégia assim, que precisa da elaboração de tantas estratégias para ficar bem!
Nunca vi sofisticação tão fabulosamente desenvolvida! Mas também nunca vi esta tão longe da elegância!
Nunca havia visto evolução tão magnânima sem a capacidade de evoluir!
Nunca vi um ser tão Alto necessitar de seres tão baixos!
Nunca havia visto a superioridade desta forma, sendo confundida tão facilmente com triste inferioridade!
Nunca vi problemas tão complexos! Contudo também nunca vi os mesmos serem resolvidas com questões tão divinamente simples!
Nunca havia visto formas tão divinas estando tão aprisionadas às divinas formas!
Eu nunca havia visto alegrias tão sofridas se misturando com sofrimentos tão alegres!
Nunca vi universo tão brilhante assim, carecendo de tanto brilho!
Nunca havia visto destruição dessa maneira, com tamanha capacidade construtiva!
Nunca havia visto a morte se mostrando assim, como a única solução para a Vida!
Nunca vi amor maior em mim, vindo tão intensamente daquilo que me convida à revolta! E nunca vi maior revolta em mim, por não ter exercido antes a postura do amor!
Nunca havia visto antes em mim tamanha vontade de me ligar àquele que um dia me separou da Vida!
Nunca vi desejo maior que este em mim, de oferecer minha gratidão e reconhecimento àquele que um dia teve um impulso ingrato de gerar a ilusão!
Nunca vi em mim sorriso tão terno ao olhar para tamanho problema! Mas também nunca vi nele renúncia tão grande como a que tem exercido agora!
Nunca havia visto, pela visão da alma, aquilo que agora está tão à vista!
Nunca quis, tanto quanto agora, dar a mão àquele que me deu o corpo inteiro!
Nunca quis, tanto quanto agora, abraçar aquele que me deu os braços! E nunca quis, tanto quanto agora, bendizer aquele que me presenteou com os órgãos da fala!
Nunca quis, tanto quanto agora, acolher aquele que um dia me deu esta Casa! E nunca quis, tanto quanto agora, ir ao encontro daquele que um dia criou a distância!
Nunca quis, tanto quanto agora quero, olhar a Obra universal daquele que um dia me deu os órgãos da visão!
Nunca quis, tanto quanto agora, exaltar além das fronteiras deste mundo o nome daquele que um dia nos deu todos os mundos!
Nunca quis, tanto quanto agora quero, oferecer meu serviço amoroso àquele que um dia me “condenou” ao trabalho suado!
Nunca quis, tanto quanto agora, oferecer minhas preces àquele que um dia se recriou como deus!
E nunca quis, tanto quanto agora quero, dizer a ti, Pai Javé, que você tem meu amor, meu carinho e meu respeito!
Bendito seja o Pai deste universo!
Bendita seja sua criação!
Bendita seja a intenção que o motivou!
Bem-vindo ao meu coração!
Paulo Gustavo Tavares
II Encontro Integração Cósmica
Taubaté
18 de maio
das 14h00 - 20h00
Faça sua pré-inscrição: Clique AQUI
Valor: R$ 28,00
Local: Hotel Baobá - Av. Independência, 3249 - Taubaté - SP - 12032-000
Taubaté
18 de maio
das 14h00 - 20h00
Faça sua pré-inscrição: Clique AQUI
Valor: R$ 28,00
Local: Hotel Baobá - Av. Independência, 3249 - Taubaté - SP - 12032-000
Manifesto
“Declaração de Princípios da Cidadania Planetária”
Princípios:
Exerça plenamente a sua nacionalidade, mas não esqueça: somos todos cidadãos planetários.
Por conseguinte, formamos uma só família ante o cosmos. É bom recordar que, para quem nos vê de fora, nada mais somos do que uma família vivendo em um berço planetário.
Se somos uma família, torna-se inconcebível a falta de indignação diante do estado de miséria – tanto material quanto espiritual – em que vive grande parcela dos irmãos e irmãs planetários.
Existe uma força política na sociedade que, quando estrategicamente direcionada, exerce em toda sua plenitude o direito e o dever de cobrar das forças estabelecidas o honroso cumprimento dos direitos humanos. Essa “força íntima” é pacífica porém ativa; suave na tolerância, jamais violenta, mas perene na exigência contínua de se construir a paz, a concórdia e a inadiável consciência quanto à necessidade de se melhorar as condições do nível de vida na Terra. Exercer essa força no cotidiano das nossas vidas, agindo localmente com a atenção voltada para o aspecto maior planetário, é dever de cada um e de todos.
Respeitar as forças políticas estabelecidas, os governos regionais e nacionais; valorizar as organizações representativas de caráter mundial – imprescindíveis para a evolução terrestre – mas, acima de tudo, pregar a necessária consciência da unidade planetária perante o cosmos.
Na verdade, somos todos cidadãos cósmicos no exercício eventual de uma cidadania planetária, como de resto o são todos os irmãos e irmãs espalhados pelas muitas moradas do Universo.
Porém, devido ao atual estágio de percepção que caracteriza a quem vive na Terra, buscar a consciência do exercício pleno da cidadania, seja em que nível for, é a grande meta a ser atingida.
Se você concorda com os princípios e objetivos da cidadania planetária, junte-se a nós em pensamento, intenção e atitudes.
Assuma consigo mesmo o compromisso maior de construir na Terra esta utopia, que foi e é o objetivo de muitos que aqui vieram ensinar as noções do exercício pleno da cidadania cósmica, testemunhando o amor como postura básica e essencial na convivência entre os seres.
Propague esta idéia, em especial para as novas gerações.
Sonhe e trabalhe por um mundo melhor. E saiba que muitos estão fazendo exatamente o mesmo.
Esta é uma mensagem de fé e de esperança na vida e na nossa capacidade de dignificá-la cada vez mais.
Jan Val Ellam
