quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Extraterrestres, origens planetárias e intenções (pergunta e resposta)

Após um extenso relato de suas experiências (em desdobramento espiritual) com seres de origem extraterrena (não colocaremos o relato aqui, devido ao seu tamanho), Andrea Koga, do Japão, nos fez algumas questões interessantes, as quais responderemos aos poucos:



Pergunta 1: Os seres que vi pela primeira vez tinham as seguintes características: estatura baixa, cerca de 1 metro e pouco de altura, pele azulada, roupa colada ao corpo (também no tom de azul). O senhor tem conhecimento de onde são? Já ouviu falar de seres com essas características? São seres com propósitos no bem?


Resposta: Para que esta resposta seja melhor compreendida, temos que fazer algumas considerações básica inicialmente: por exemplo, quando falamos em extraterrestres normalmente vem à mente das pessoas a imagem de um ser pequeno, olhos grandes, cabeça ampla, etc. Temos o hábito na Terra de generalizar as coisas, principalmente aquilo que não conhecemos muito bem. No entanto, não podemos agir assim, posto que a verdade sempre está um pouco ou muito além da nossa compreensão intelectual e espiritual.

No que tange aos seres cósmicos (extraterrestres) isso não poderia ser diferente. No universo há de tudo. Gravem bem esta colocação que acabei de fazer. A Terra representa algo em torno de 0,000000000001% de tudo que existe dentro deste universo e, mesmo assim, a diversidade de formas de seres vivos que aqui existe é simplesmente impressionante. Especificamente referindo-se à espécie homo sápiens (a espécie humana da Terra), vemos povos com várias cores de pele diferentes, tamanhos diferentes, olhos diferentes, culturas diferentes, idiomas diferentes, dentre tantas outras características heterogêneas. E isso tudo dentro de um pequeno planetinha azul no sistema solar.

Portanto, vamos imaginar uma coisa: imaginemos que, em havendo possibilidades tecnológicas suficiente para deslocamentos maiores no espaço cósmico, algumas pessoas aqui da Terra, de raças e nações distintas, fossem visitar um outro mundo afastado. Quando lá chegam, cada uma dessas pessoas terrestres optam em desembarcar num lugar diferente daquele planeta, e fazem isso para poder obter dados diversos sobre o local. Se isso acontecesse assim, e estes interagissem com os habitantes do orbe, o que é que os seres nativos naturalmente suporiam? Suporiam que cada um dos astronautas que desceram em seu mundo é de um planeta diferente, visto que têm aparências diferentes, a não ser pela forma humanóide que todos apresentam. No entanto, um é mais baixo e tem nariz grande, o outro tem pele negra e cabelo enrolado, um outro tem olhos puxados, pele amarelada, cabelos lisos e pretos e é mais gordo, e ainda um quarto astronauta é muito magro, alto e loiro. Se não falarem que são todos do planeta Terra, provavelmente ninguém naquele mundo imaginaria tal coisa.

Eu não teríamos espaço suficiente aqui para desenvolver alguns detalhes sobre a questão, mas posso dizer que existem seres com aparências diversas entre si, provindos de um mesmo mundo ou de mundos de um mesmo sistema estelar e que vêm ao planeta Terra e nos visitam periodicamente. E estes podem estabelecer contato com os membros da espécie homo sápiens.

Todavia, a menos que eles mesmos informem, não temos como saber exatamente de onde provêm, ou seja, qual suas origens planetárias. Nem sempre esses seres transmitem este tipo de informação, mesmo porque na maioria dos casos isso não tem utilidade alguma para nós, a não ser para satisfazer nossa mera curiosidade. Além do mais, se não tivermos conhecimentos astronômicos suficientes, o que adiantaria nos informarem sobre sua origem planetária? Ficaríamos tão sem entender sua procedência quanto se eles não tivessem dito nada. Ou seja, o que quero dizer é que na ordem das coisas isso não tem importância essencial perante o que estes seres cósmicos vêm realmente fazer aqui.

Mas respondendo objetivamente um dos aspectos de sua pergunta, sim, existem seres que possuem as características corporais que você mencionou. Agora, quanto a eu responder com total certeza sobre a intenção destes seres junto a você, isso não me é possível. Contudo, até onde sou capaz de compreender no momento, creio que sejam seres com propósitos no bem, como você diz. Mas veja bem, no que se refere a seres cósmicos, não existe esta história de extraterrestres bons e extraterrestres mals. Muitas raças extraterrenas que já entraram em contato com a humaniade deste mundo, mesmo tendo praticado o que comumente é chamado de abduções pela Ufologia, não vieram aqui com propósitos mals. Muito pelo contrário, algumas dessas raças extraterrenas chegaram à Terra e levaram humanos e animais para dentro de suas naves, porém com a intenção de extrair material genético dos mesmos, com o intuito “nobre” de ajudar as suas próprias espécies, pois estas vêm atravessando problemas nesse campo. Ou seja, não é algo tão simples assim, como alguns supõem. A propósito, pelo bem do avanço da ciência e em nome do progresso da saúde humana, nós não submetemos animais em laboratório a testes de toda ordem?

É mais ou menos isso que ocorreu ao longo de algumas décadas atrás, quando seres humanos foram levados para dentro de naves extraterrestres e ali passaram por situações que lhe foram desconfortáveis. Algumas raças alienígenas menos elegantes sob a perspectiva espiritual, que já nos visitaram em alguns momentos nos viam da mesma forma como nós vemos os animais da natureza terrestre, ou seja, como seres primitivos. Ademais, ao nos observarem de fora, o que é que podem entender sobre nossa espécie? Enxergam exatamente uma espécie de seres que não têm o menor respeito uns pelos outros, seres que matam os membros de sua própria espécie, seres totalmente embrutecidos e animalizados na forma de viver a vida e que destroem o próprio lar planetário. Sendo assim, algumas dessas raças não viam problema algum em, pelo bem da sua ciência e pela preservação da espécie a que pertencem, retirar um homem ou uma mulher de seu local natural e temporariamente levá-lo(a) para dentro de suas naves e ali extrair plasma sanguíneo, ou ainda submetê-lo(a) a algum outro tipo de procedimento e, ao final, devolvê-lo(a) ao local de onde foi retirado. Você consegue perceber como uma avaliação simplória dos fatos não é suficiente para nos fazer compreender a verdade em torno disso?

Entretanto, esse tipo de procedimento não mais ocorre na Terra. Desde a segunda metade do ano de 1989, seres extraterrestres imbuídos de propósitos “egoísticos”, ou melhor, seres descompromissados com a ética universal, que pressupõe respeito e fraternidade entre as civilizações cósmicas, não mais são permitidos adentrar os espaços aéreos do orbe e muito menos praticar qualquer tipo de extrativismo por aqui. E tudo isso se deve ao fato de uma grande comitiva celeste, capitaneada pelo ser cósmico que conhecemos como Mestre Jesus, ter se aproximado da Terra nesta data referida. Esta comitiva, desde então, permanece “oculta” aos terráqueos, nas imediações do sistema solar e mesmo bem próxima do nosso planeta, a uma distância que corresponde à órbita de Saturno. Todos eles ali estão apenas aguardando a permissão para se apresentarem objetivamente aos seres humanos terrestres, no grande dia em que a Terra finalmente será reintegrada aos circuitos de convivência com as demais civilizações cósmicas.

Renovemos pois as nossas esperanças, porque este dia não tarda e nada se dará de forma violenta e desrespeitosa, como muitos ainda imaginam. É o Senhor Jesus quem está a frente deste evento e Dele só podemos esperar mansuetude, amor e ternura. É este grande evento exatamente aquilo que a tradição religiosa do Cristianismo registrou como a Volta de Jesus ao planeta.

domingo, 15 de janeiro de 2012

A Ótica Cósmica do Espiritismo

Refletindo à respeito do que li no livro: “A Òtica Cósmica do Espiritismo”, comecei a me perguntar sobre o que leva a humanidade a teimar em não enxergar o que nos parece tão óbvio e que aos olhos da maioria parece absurdo.
Deve ser algo relacionado ao conforto do pensamento coletivo e a preguiça de questionar o que é aceito amplamente como verdade. As coisas se complicam mais quando o pensamento envolve a fé. Basta lermos sobre a vida de Jesus, como viveu, o que pregou e então observar os cristãos à nossa volta. A maioria parece disposta a lutar até a morte, julgando, discriminando, praguejando, odiando em nome de Jesus, esperando e torcendo para que ele volte distribuindo raios fulminantes sobre aqueles que ousam pensar diferente.
Parecem imunes à compreensão de ensinamentos tão simples, belos e óvios, como: amar ao próximo, oferecer a outra face, não julgar, não atirar a primeira pedra. Parecem não compreender que Jesus viveu plenamente no amor ao próximo, transformou água em vinho, dividia a mesa com os párias da sociedade e se entregou ao martírio envolto em amor e perdão. Tão óbvio. Tão simples. Absolutamente incompreendido pela grande maioria. Me vem então ao coração as palavras do corajoso Giordano Bruno: ” Só os espíritos fracos pensam com a multidão por ser ela multidão. A verdade não é modificada pelas opiniões do vulgo, ou pela confirmação da maioria.”
Seria maravilhoso que tivéssemos mais pessoas como o Paulo Gustavo Tavares, pessoas dispostas a escrever e falar sobre o óbvio que as maiorias insistem em negar. Aliás, é maravilhoso vermos que a cada dia temos mais pessoas e mais grupos assim. Lemos o livro do início ao fim, com aquela sensação de não entender como é possível que a humanidade não aceite a simplicidade e maravilha da incontestável verdade dita por Jesus há mais de dois mil anos: “na casa de meu PAI há muitas moradas”.
Andréia da Mata Lula
Saiba mais em:
http://www.aoticacosmicadoespiritismo.blogspot.com/

Depoimento

Quero parabenizá-lo(o autor) pela sua verve argumentativa quanto ao tema proposto.
À guisa de compreensão, esse seu labor intelectual e espiritual traçado nas linhas (e também entrelinhas) desta obra, ofereceu-me o “ponto de luz” para sair da “dificuldade de perceber o óbvio”, como você próprio se expressa.
Dessa forma, li e pretendo reler esse seu “tratado cósmico”, chamando a atenção, em especial, ao movimento espírita, do qual eu faço parte aqui em minha cidade de Vitória da Conquista, para buscar o “óbvio” quando se faz uma estudo apurado e senão, de devoção “pelas coisas do Espírito”. É importante dizer aqui, que as fontes bibliográficas buscadas por ti, legitimam seu trabalho, principalmente tratando-se das obras “kardequianas” e do nosso “cândido” Chico Xavier. Ileuza

Refletindo e Tirando Dúvidas com Jan Val Ellam

Novo livro de Paulo Tavares

Iniciamos a era das informações, e junto com as informações surgem necessariamente as dúvidas. Ter as dúvidas esclarecidas e simultaneamente uma postura de reflexão sadia em torno do que se aprende é condição essencial para cada buscador espiritual.
A série “Refletindo e Tirando Dúvidas com Jan Val Ellam” é uma proposta de iluminação ao entendimento a respeito das revelações vindas de outros planos existenciais, através do médium Jan Val Ellam.
Aqui, por meio das perguntas que são dirigidas ao médium e também das suas respectivas respostas, somadas aos comentários de Paulo Gustavo Tavares, o leitor poderá compreender de forma clara, os assuntos que fazem parte da construção da cidadania planetária e cósmica.
Assim sendo, os contextos terrenos, espirituais e extraterrenos compõem a base para todos os questionamentos e elucidações contidas na obra. Mesmo que muitas informações venham a surpreender, a leitura de “Refletindo e Tirando Dúvidas com Jan Val Ellam” serve para que possamos alargar os horizontes de percepção sobre a vida e sobre tudo mais que nos envolve.
Compre aqui seu Ebook na Conectar Editora

Maiores Informações, clique aqui.

Depoimento

Paulo Gustavo Tavares é um dos grandes trabalhadores na empreitada da nova revelação trazida à humanidade. A preocupação com a disseminação de informações condizentes ao contexto espiritual e cósmico de nossas vidas evidencia seu claro compromisso existencial. Com muita responsabilidade e dedicação, em um trabalho cujo impacto ainda é inalcançável pela nossa percepção, imprime a suavidade e a doçura que lhe são características, na divulgação de esclarecimentos que nos são trazidos. Esclarecimentos esses, que inevitavelmente nos convidam a refletir de forma sincera e profunda a respeito de assuntos que, infelizmente, ainda são levados sem muita importância por grande parte da humanidade. Fernanda Haskel

Grupo Atlan Vitória da Conquista 29.07.11 Parte 1

Encontro promovido pelo Grupo Atlan de Vitória da Conquista no dia 29.07.11
Tema: Autodescobrimento
Palestrantes: Paulo Tavares e Jan Val Ellam
Neste vídeo, Paulo Gustavo Tavares, relata a respeito do legado espiritual do Oriente com a palestra "Luz que vem do Oriente".

23.11.2011 - Refletindo sobre Reencarnação, com Paulo Gustavo Tavares

 Programa transmitido ao vivo em 23 de novembro de 2011 pelo ICEF, Instituto de Cultura Espírita de Florianópolis. Neste Programa Paulo Gustavo Tavares é entrevistado pelo médico e escritor Ricardo Di Bernardi a respeito de reencarnação.

Relacionamento Sagrado

O RELACIONAMENTO SAGRADO
“Descansa em Mim tua mente, ó príncipe! E satura toda a tua mente de Meu Ser, e ao deixares esta vida, morrerás certamente em Mim.”
(Bhagavad Gita, cap. XII, v. 8)
Assim se expressou o Avatar Krishna certa vez a Arjuna. Com estas palavras, Krishna revelava ao seu discípulo mais íntimo a ciência sagrada da União com Deus, ou seja, a intgração da mente individual (jivátma) com a Mente Univrsal do Pai/Mãe Amantíssimo (Paramátma).
Os hindus referen-se a esta integração espiritual usando uma simples palavra – YOGA. Yoga é, por tanto, a unificação com a consciência transcendental de Deus e é uma “ciência” que há muitos milênios foi semeada na Terra diretamente pelo Senhor Shiva, com a finalidade de ofertar ao ser humano os meios mais práticos e “rápidos” de se alcançar a libertação. Libertação aqui, refere-se à libertação de todo tipo de sofrimento e condição indígna a que estamos submetidos enquanto seres viventes neste universo de Brahma (o Senhor Javé).
Viver aqui, como bem percebeu há aproximadamente 2.500 anos Sidarta Gautama, o Buda, não é fácil e nos coloca em contato com o sofrimento em todas as fases de nossa vida. Mas, mesmo sendo uma constante na vida dos seres, na Terra ou mesmo fora dela, este estado de sofrimento não é algo infinito e pode ser superado a partir do esforço contínuo de qualquer individulidade existente na obra da criação deste universo.
Considerando as palavras de Krishna (“Descansa em Mim tua mente, ó príncipe! E satura toda a tua mente de Meu Ser, e ao deixares esta vida, morrerás certamente em Mim.”) podemos perceber uma das principais vias pela qual é possível atingir a meta suprema, ou seja, a conquista da liberdade espiritual. No entanto, ao nascermos no mundo nos identificamos tanto com o que aqui existe que tomamos esta ilusão como sendo a própria Realidade.
Conduzir-nos em plena existência material, no uso de um corpo grosseiro, limitado e animal, dificulta-nos compreender e recordar a real natureza de nosso ser interno, a qual é espiritual e divina – pois foi originada do Pai/Mãe Amantíssimo. Esta ceguira espiritual é o que nos faz viver uma vida inteira sem sequer termos vida interior, porque essa somente ocorre quando procuramos tomar contato com a presença de Deus, nosso Eu Superior. Infelizmente a maioria de nós não está nem mesmo interessada em saber que Deus é o morador interno de nosso ser, quanto mais tentar percebê-lo.
Mantermo-nos com o pensamento focado em Deus, dirigindo nossas forças, nosso amor, nossa vida e todas as nossas ações a Ele, fará certamente com que caminhemos pela trilha do autodescobrimento e o mais breve possível vençamos o mundo, porém na atitude humilde e pacífica de não entrar em confronto com quem quer que seja, pois que isso é inútil.
Vencer o mundo, da maneira como disse Jesus (“Eu venci o mundo”), significa estar no mundo, mas não se subordinar aos ditames do modo como comumente se vive a vida no mundo, através da imposiçõ do mais forte sobre o mais fraco, da esperteza, etc.
Quando se vive a vida interior isso torna-se possível. O Mestre Jesus estava constantemente em cominhão com sua Realidade Divina interior e, mesmo levando pancadas do mundo e dos seres que viviam no mundo, não se permitiu se desviar de sua comunhão com o Pai/Mãe Amantíssimo, no mais íntimo do seu Ser, e saiu daqui espiritualmente limpo, sem máculas e sem karmas a saudar em vidas futuras. E fez isso para nos mostrar que é possível e que a única maneira é ir ao encontro do Reino de Deus, reino este que, segundo Ele nos ensinou, está dentro de nós.
Estabelecer o contato sagrado (o “eu” como “Eu”) é assegurar uma vida dígna, apesar de estarmos submetidos a uma faixa de realidade indígna. O contato sagrado é a vida interior tão necessária e o mesmo pode se estabelecer sem custo algum, sem ter que ter religião, sem ter que seguir ordens de alguém, sem ter que pagar pedágio, sem ter que ser médium, sem ter que ler “trezentos” livros para obter este conhecimento, etc.
E como é que é podemos fazer isso? Praticndo algum tipo de disciplina espiritual que seja capaz de promover em nós a pacificação pessoal, a negação de si mesmo (do “eu falso”, o ego transitório que acreditamos ser) e o controle respiratório. Tudo que nos levar a estas três consequências básicas é em si a vivência da vida interior.
Krishna, como Avatar ou ser uno com a Cosnciência Divina que é, nos ensinou a focar Deus em nossa vida, a permanecer com o pensamento em Deus, mesmo fazendo algum tipo de atividade externa aparentemente incompatível. Usar um mantra pessoal, o qual possamos repetir várias vezes por dia, orar em gratidão e amor, falar sobre Deus a qum esteja interessado em ouvir, auxiliar a qualquer ser vivo como uma oferenda a Deus, permanecer na companhia de pessoas que buscam sinceramente o contato com Deus, dentre outras disciplinas, são exemplos bem práticos e acessíveis a todos.
As escrituras védicas ensinam que “aquele que conhece Deus, torna-se Deus”. Conhecer Deus só é possível quando nos aproximamos Dele verdadeiramente e quando, pela postura mental harmônica e pelas atitudes pacíficas e amorosas, O “atraímos” para junto de nós. E no final das contas, nesse relacionamento sagrado, à medida que vamos conhecendo cada vez melhor ao Pai/Mãe Amantíssimo, perceberemos em verdade que Ele e nós sempre fomos Um só.
 Em Deus!
Paulo Gustavo Tavares
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